sexta-feira, 17 de agosto de 2012
SÓ FALTAVA ESSA ! MULHERES PASTORAS...
Foi pesquisando sobre este tema que cheguei a conhecer também outras importantes doutrinas. Era uma dúvida que eu tive por muitos anos ( quando mais jovem, perguntei pra um pastor e ele me disse que " Paulo era anti-mulher"... péssima resposta, mesmo que tenha sido em tom de brincadeira... mais péssima fui eu, que deixei por isso mesmo e só muitos anos mais tarde fui verificar... oh...) e só há uns 2 anos é que foi esclarecida pra mim, depois de tantos anos de " igreja" ( aliás, várias, todas arminianas; e cheguei a ir a Pentecostais e a G12!!). Graças a Deus, agora estou bem esclarecida! ( Custou-me experiências negativas, mas afinal, penso que isto também coopera para o meu bem)
Ressaltando que nestas pesquisas fiz uma comparação e cheguei aa conclusão que os que apóiam o argumento de "mulheres pastoras" não têm fundamento bíblico, somente prático; ao contrário, os que pensam o contrário, apresentaram vasto material fundamentado na Bíblia Sagrada.
Então, aqui vai este excelente estudo, que colei do site " Biblioteca Batista Independente", http://www.baptistlink.com/creationists/pastora.htm:
SÓ FALTAVA ESSA !
MULHERES PASTORAS...
O espírito de JEZABEL dominando os frouxos em mais uma apostasia rebelde dos últimos tempos:
"...fizeram como Jezabel lhes ordenara..." (1 Re. 21:11 ACF).
"...tenho contra ti que toleras Jezabel..." (Ap. 2:20 ACF)
"...mulheres dominam sobre eles..." (Is 3:12 ACF)
INTRODUÇÃO
Com a indubitável proliferação das heresias dos últimos tempos, somos testemunhas de fatos nem sequer imaginados há dez anos atrás. Com Satanás avançando suas táticas e usando milhares de incautos, não nos surpreende que até aqueles que se intitulam crentes, sejam usados pelos intuitos satânicos: É o caso da ordenação de mulheres ao pastorado. O feminismo com suas mazelas e extremismos, pretende defender a mulher, mas o que faz‚ é atacar os princípios basilares da família e o papel do homem e da mulher. A sanha incontrolável das feministas que, diga-se de passagem, defendem dentre outras maldições o homossexualismo e lesbianismo, contaminou também as mulheres que se dizem cristãs, inspirando-as a invadir e usurpar o púlpito, lugar que Deus jamais concedeu às mulheres! (desafio alguém encontrar uma só linha na Bíblia defendendo isso) De onde, então, tiraram essa idéia ? Primeiramente vejamos de onde não tiraram essa idéia. Certamente não foi da Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus, que de forma clara e contundente nos ensina sobre o assunto senão vejamos:
ARGUMENTO DA AUTORIDADE DAS ESCRITURAS
O que na verdade está em jogo é a autoridade das escrituras. Se a Bíblia é muito clara sobre a questão do papel da mulher na família , no estado e na igreja, de onde foi que saiu essa idéia? Aqueles que negam a vontade e revelação de Deus no que diz respeito ao papel da mulher, estão fazendo coro com Satanás quando enganava Eva: "É assim que Deus disse...?" ( Gen. 3:1)
ARGUMENTO DA SEQUÊNCIA DA CRIAÇÃO
O relato da criação em Gênesis 2:7, mostra que Deus criou primeiro o homem e depois trouxe a sua presença todo o animal do campo, e toda a ave dos céus. É claro que Adão percebeu a relação de macho e fêmea no reino animal. Deus então interviu e criou depois a mulher ( Gen. 2:22-23). Não foram formados ambos ao mesmo tempo como poderia o Senhor fazer se quisesse, mas Eva foi formada posteriormente. O estabelecimento dessa ordem antecede a entrada do pecado, ficando assim indicada qual a intenção original de Deus.
ARGUMENTO DA FUNÇÃO DA MULHER
Deus criou a mulher com uma clara função: para ser a ajudadora ( hebraico "ezer" = ajudante, ajudadora, auxiliadora, quem está por perto, Gen. 2:18 e 20) do homem. A função da mulher de ajudadora e de submissão ao homem, não quer dizer que ela tenha mais ou menos valor, pois para Deus todos somos iguais. O que muita gente confunde é FUNÇÃO com VALOR, que são coisas completamente diferentes dentro desse contexto. Homem e mulher tem igualdade em valor e essência, porém diferentes em função. A mulher ímpia que não tem o Espírito Santo e que não conhece a Deus, jamais pode preencher completamente o papel que Deus reservou a mulher que começa pela aceitação de Jesus Cristo como Senhor e Salvador e continua no processo de santificação com a aceitação do plano de Deus que inclui a submissão. Em 1 Tim 2:12-14, Paulo usa o argumento da criação para demonstrar que a mulher não foi criada para dominar o homem. As razões colocadas foram que a mulher foi criada depois do homem e que ela foi enganada quando resolveu agir independente da liderança do homem.
ARGUMENTO DO PECADO
Após o pecado, a relação completamente harmônica entre o homem e a mulher foi drasticamente deteriorada em virtude da culpa e troca de acusações surgidas, o que gerou a maldição de Deus sobre toda a criação inclusive alterando o relacionamento conjugal. Deus colocou então sobre a mulher a expressão "...e o teu desejo será para o teu marido e ele te dominará..." ( Gen. 3:16). Tal dependência da mulher para com o homem a coloca numa posição de fragilidade, que deve ser respeitada com muito cuidado e respaldada pelo texto em 1 Pe 3:7 que revela: "Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento dando honra a mulher, como vaso mais fraco;..." Note também que a mesma frase é usada em Gen 3:16 e repetida em Gen 4:7 "...e para ti será o seu desejo..." ( desejo = teshuwqah ). Da mesma maneira o pecado tenta nos dominar a todos: as mulheres decaídas desejam sobrepujar seus maridos e os homens decaídos tendem a oprimir as mulheres do mesmo jeito que o pecado oprime o pecador. O equilíbrio é alcançado quando o homem e a mulher, respectivamente, lidera e se submete, de acordo com o plano divino e com o amor ágape (Ef.5:22-28).
ARGUMENTO DAS 12 TRIBOS DE ISRAEL
Porque o Senhor escolheu somente homens para serem os cabeças das tribos de Israel? Qual a probabilidade disso acontecer sem um propósito? Um meio (1/2) multiplicado por si 12 vezes, ou seja, uma chance em quatro mil e noventa e seis vezes (1/4096). É óbvio que todos os escolhidos pelo Senhor foram homens por ser esta uma exigência fundamental que Ele estabeleceu para ser um modelo de liderança entre o povo de Israel. Quando isso foi violado, resultou apenas em desgraças. Vejamos dois exemplos: 1- Jezabel, a rainha megera cultuadora de Baal; 2- A rainha Atalia, sórdida e assassina que quando foi executada o "povo da terra se alegrou, e a cidade ficou em paz..." (2Cr. 23:21 ACF).
ARGUMENTO DOS 12 APÓSTOLOS
Porque Jesus Cristo escolheu somente homens para serem apóstolos? Qual a probabilidade disso acontecer sem um propósito? Um meio (1/2) multiplicado por si 12 vezes, ou seja, uma chance em quatro mil e noventa e seis vezes (1/4096). É óbvio que todos escolhidos por Jesus foram homens por ser esta uma exigência fundamental que O Mestre estabeleceu para ser um modelo de liderança na igreja. Isso não significa que Jesus não admitiu mulheres discípulas, muito pelo contrário. Muitas delas foram mulheres formidáveis que O serviam, mas não eram líderes. Isso não significa que quem não e líder não tem valor. Um desafio bíblico para se comparar com certas práticas missionárias: Quantas mulheres fundaram e lideraram igrejas no Novo Testamento? Nenhuma! Foram auxiliadoras valiosas e até fundamentais, mas não ultrapassaram a função divina.
ARGUMENTO DOS ESCRITORES DA BÍBLIA
A Bíblia foi escrita por cerca de 40 autores. O livro de Salmos, por exemplo, por vários autores, e o livro de Hebreus, muito provavelmente por Paulo apóstolo, mas nenhum livro da Bíblia teve uma mulher como autora. Isso não significa que a mulher crente tenha menos capacidade intelectual ou espiritual. Entretanto, isso é uma clara mensagem de Deus para o Seu povo: Ele quer usar - o homem na liderança. Isso é um fato incontestável que nenhuma feminista poderá jamais refutar. Ir de encontro a isso será uma rebeldia que cada uma irá carregar, arcando com as consequências.
ARGUMENTO DAS QUALIFICAÇÕES: " MARIDA" de uma só mulher ?
Em I Tim 3:1-7, Paulo coloca claramente as qualificações do bispo ( gr. episkopos ) , que é igual a pastor (gr. poinen), que é igual a ancião ( gr. presbuteros ). O bispo tem que ser em primeiro lugar IRREPREENSÍVEL e em segundo lugar MARIDO DE UMA MULHER. Só um homem (sexo masculino) pode preencher tal requisito fundamental. Talvez a crescente maldição demoníaca do lesbianismo em algumas pastoras nos Estados Unidos (isso é mais frequente do que se imagina) seja explicada pela tentativa de querer ser "marida" de uma mulher... Isso pode ser provado, por exemplo:
1. Uma igreja Luterana em Minneapolis, Minnesota - USA. Uma determinada "pastora", se divorciou do seu marido, um pastor luterano, e anunciou seu lesbianismo. Após isso, essa lésbica foi ordenada "pastora" e vive com sua "amante", musicista da igreja. Que tragédia!
2. Uma igreja Metodista em Ellensburg, Washignton. A pastora lésbica, nutrindo uma aberta relação com outra mulher, continuava triplamente desqualifica a usar o púlpito da sua igreja. Triplamente pelo seguinte: Primeiro por que uma pessoa depravada assim nunca nasceu de novo. Segundo porque Deus não chama nenhuma mulher para pregar. Terceiro porque o pecado de sodomia (masculina ou feminina) é uma abominação a Deus. Ver Romanos 1:26-27.
Essa maldição não é de se estranhar, pois quando uma pessoa cai em apostasia, um abismo chama outro abismo. A queda da mulher que usurpa o púlpito pode ser explicada em fases:
1. A mulher que cobiça o púlpito, em primeiro lugar, se torna rebelde contra Deus.
2. Ela se torna então rebelde contra a Palavra de Deus.
Uma certa rebelde, não tendo escapatória ao ser confrontada com a Espada do Espírito que é a Palavra de Deus, se tornou tão insana, réproba e rebelde que declarou acintosamente: "Eu não concordo com o apóstolo Paulo!!!" Sem comentários...
3. Ela direciona suas energias rebeldes contra toda a liderança da figura masculina.
Certa mulher, cheia de recalques e inflamada pelo espírito rebelde de Jezabel, declarou com relação ao púlpito: "Eu não aguento quando só tem homem lá na frente..." Nem precisa dizer que o marido dela, que é a favor de "pastoras", é um pobre coitado, omisso, e desmoralizado, mera caricatura de um marido e líder, totalmente dominado por ela...
4. Ela se rebela contra a autoridade do seu marido, assumindo inevitavelmente uma atitude masculinizada.
Esse tipo de mulher começa a se transformar paulatinamente num monstro andrógino. Ela começa a se vestir como homem (usa calça comprida, paletó, gravata), andar como homem, falar como homem, se parecer como homem (cabelo curto) e a fazer tudo como um homem. Para o Senhor isso é uma acintosa abominação (ver Deut. 22:5, 1 Tm. 2:9 - claramente saia - , 1Pe. 3:7).
5. Se ela é casada, duas opções se apresentam:
5.1 Esse marido que concorda com a insanidade de sua esposa, irá ser conivente. Ela, que não se submete ao seu marido, se rebela contra a autoridade dele (quer ele concorde ou não) que se torna um palerma manso; ou
5.2 Esse marido, que não concorda com a insanidade de sua esposa, irá viver em contínuo conflito com a ela desaguando em: 1. Separação, tragédia muito comum nesses casos, pois ela violou o mais básico princípio do matrimônio ou: 2. Desarmonia continuada. Tanto neste caso (5.2) como no anterior (5.1), a "pastora", que já não tinha e jamais terá qualquer qualificação Bíblica, adiciona mais uma desqualificação à sua lista: um lar fracassado. Sem escapatória, ela é totalmente reprovada nas Escrituras e na prática. Isso porém, não seria nada, para quem está compulsiva e cegamente obcecada em ser pastora, contra toda a multidão de argumentos Bíblicos.
Deixando de lados essas insanidades dos últimos tempos e voltando ao texto de 1 Tim. 3:1-7, a expressão usada no grego é : "...einai mias gunaikos andro." Note a palavra andro (= homem, macho). Deus, claramente, está usando a pena dos escritores sacros a nos comunicar claramente os seus desígnios que infelizmente tem sido rejeitado por aqueles que insistem no erro, o que atrairá sobre os mesmos todas as conseqüências dessa rebeldia. Aqueles que rejeitam tão contundentes argumentos é por que já estão rebeldes mesmo.
ARGUMENTO DA PROIBIÇÃO DE PAULO E DA LIDERANÇA DO HOMEM
Como já vimos, se ao homem ( sexo masculino) foi dada a responsabilidade de ser: 1- o pastor (líder) na igreja local e 2- o cabeça no lar, como é que pode uma mulher subir ao púlpito e pregar uma mensagem com autoridade sobre o mesmo? Das duas uma: se tal mulher for solteira, está procurando uma forma de exercer domínio sobre o sexo masculino. Se for casada é porque já tem o seu marido debaixo do seu cabresto e pretende ampliar os seu poder sobre todos os que puder. Paulo, na sua pena inspirada, no texto imediatamente anterior a 1Tim 3, que estabelece os requisitos do candidato a ser bispo, coloca claramente o papel da mulher que, dentre outras coisas, está impedida de exercer autoridade sobre o homem (1Tm 2:14). Como conseqüência, é óbvio, impedida também de pregar na igreja. Como um prefácio à explanação dos requisitos mínimos do bispo, Paulo exclui categoricamente a possibilidade da mulher exercer autoridade sobre o homem na igreja, senão vejamos: " A mulher aprenda em silêncio e em toda a sujeição. Não permito, porém que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio." ( I Tm 2:12-14 ) Edmond Hiebert no seu livro "A primeira epístola a Timóteo", declara sobre este texto:
" O infinito presente, no original, "ensine", denota, não um único ato, e sim um processo; e significa que Paulo não permite que a mulher assuma o oficio de mestra pública em uma congregação cristã. O infinito, no original, "exerça autoridade sobre", denota alguém que governa outro, um senhor, ou em palavras mais fortes, um autocrata . "Marido", no original, é "aner", o indivíduo do sexo masculino em distinção ao indivíduo do sexo feminino. Aqui jaz o ponto nevrálgico dessa proibição. É inconsistente com sua posição de subordinação ao homem, conforme divinamente arranjado, que a mulher assuma posição de domínio sobre o homem. A posição de mestre, ou professor, ou pregador na assembléia, implica em superioridade e autoridade sobre os que são ensinados. O professor age como o senhor que deve ser ouvido e atendido. Tal posição é assumida pela mulher ao se tornar mestra pública numa assembléia. ‘Nenhuma mulher pode tomar o lugar do homem sem violar a própria Palavra que ela tenta ensinar a mulheres ou a homens’ (Lenski). A repetição da exigência, ‘...esteja, porém, em silêncio’, destaca, por meio de contraste, a posição que cabe legitimamente a mulher crente. Paulo não se está referindo a instrução secular, em classes de aula sobre matéria profana, mas a posição oficial de mestra pública na assembléia cristã. Contudo, tanto o Novo Testamento como a história eclesiástica mostram que as mulheres ocupam um honroso e indispensável ministério na congregação local sem que isso as leve a transgredir a posição que Deus reservou para os homens. Tito 2:3-4 lhe assegura o ministério de ensino entre pessoas de seu próprio sexo ou entre crianças. Priscila não estava incorrendo em erro quando ela e seu marido, ajudaram o erudito Apolo a conhecer com mais exatidão o caminho do Senhor (At.18:26)."
ARGUMENTO DA " SENHORA ELEITA "
Em 2 João, os defensores do motim feminino, pretendem alegar que o apóstolo João estava se dirigindo a uma pastora. Vejamos o texto: 2 João 1 " O ancião à senhora eleita, e a seus filhos, aos quais amo na verdade, e não somente eu, mas também todos os que tem conhecido a verdade." Nos 13 versículos da breve epístola, em nenhum momento o apóstolo se refere a igreja ou ao ofício de pastor, palavras que nem sequer ocorrem na carta. Quem é o remetente? João! Veja em 3 João 1 como ele se identifica. Está se referindo a uma senhora, cujo nome sequer é declinado, e que tem seus filhos crentes andando na verdade. Bela descrição de uma família crente que deve lutar e se separar dos deturpadores. Os que querem ver algo mais do que isso, incorrem na deturpação condenada no próprio texto, inserindo algo que não existe.
ARGUMENTO DA PALAVRA SUBMISSÃO
A palavra traduzida por submissão em Efésios 5, o texto áureo da relação marido esposa, é no grego "hupotasso" . Este verbo está na voz passiva, o que significa que é uma ação da própria esposa em colocar-se voluntariamente, de boa vontade e com alegria, em posição de submissão ao seu esposo que a ama, do mesmo modo que a igreja deve submissão e obediência a Cristo. É uma das mais belas comparações de um relacionamento humano com a relação de Cristo para com a sua igreja, que também é comparada a uma esposa ( Apoc 21:9 e 22:17 ). O verbo "hupotasso", que ocorre 30 vezes no N.T., significa: hupo (preposição sub, debaixo) tasso (verbo apontar, ordenar) ou seja colocar-se sob as ordens, subordinar-se, estar sob obediência voluntária, colocar-se em sujeição. Veja os seguintes versos onde o vocábulo aparece: Luc. 2:51; 10:17; 10:20, Rom 8:20; 10:3; 1 Cor 14:32-37; Ef. 1:22; 5:21-24; Col 3:18; Tito 2:5; I Pe 3:1.
ARGUMENTO DO GÊNERO MASCULINO DAS PALAVRAS.
Todas as palavras traduzidas como "PASTOR", "BISPO", "PRESBÍTERO", e "DIÁCONO", bem como todos os pronomes a elas associados, estão no gênero masculino sem exceção no original grego! As rebeldes feministas que insistem em se auto denominarem "pastoras" (ou "bispas" ou "apóstolas") estão debaixo da maldição divina de desprezar e pisar em cima da autoridade cristalina da Palavra de Deus. Aqueles que se submeterem a essa "autoridade eclesiástica" feminina fabricada pelas mentes carnais delas (e dos que consentem com essa heresia), estão não apenas desobedecendo a Bíblia, como também furtando a si mesmos a oportunidade de ouvirem qualquer mensagem que honra a Palavra pregada que se baseia na inspiração verbal. Em outras palavras, as "pregadoras" vão ter que inventar uma manobra mirabolante para se esquivar da sua rebeldia desonrosa contra a exegese sadia que leva em consideração não somente cada palavra, mas também seu grau, gênero e número. Lembremo-nos do jota e til que não hão de passar! Essas rebeldes não têm nenhuma autoridade para fazer nenhuma exegese em qualquer verso da Bíblia porque lhes faltam as palavras que justificam sua presença no púlpito e no ofício que tentam exercer.
ERA FEBE UMA " DIACONISA " ?
Os que advogam a posição das mulheres como oficiais da igreja local, querem ver em Rom 16:1 uma "diaconisa". Paulo está se referindo a Febe, uma mulher que era serva na igreja em Cencréia. É necessário esclarecer que a palavra "diakonon" ou na sua forma verbal "diakoneo", que foi aqui traduzida como uma serva, tem dois sentidos: um sentido geral no qual se encaixam todos os crentes ( exemplos: I Cor 3:5;Ef 3:7;6:21; Heb 6:10; I Pe 1:12, 4:10-11 ) e um sentido estrito, específico que é o oficial da igreja local (exemplos: At 6:1-7; I Tm 3:10,13 ) cujo contexto só se refere a homens, mesmo porque o diácono também deve ser marido de uma só mulher ( I Tm 3:8-13; Fil 1:1). É óbvio que no texto de Rom 16:1, a irmã Febe era uma serva no sentido geral em que todos os crentes se encaixam e não "uma oficial" da igreja. A referida irmã tinha um valioso dom de misericórdia para com todos os membros da igreja, bem como para com o próprio apóstolo Paulo (Rom 16:2). Os que advogam a instituição da "diaconisa" incorrem no gravíssimo erro de se montar uma doutrina com um argumento fraquíssimo e apenas em cima de um único versículo que não encontra respaldo nos textos afins, muito pelo contrário, violando-os todos. Teria Deus se "esquecido" das mulheres diaconisas (palavra que existe no grego, mas que não é usada nenhuma vez no Novo Testamento) ao instituir os sete diáconos (verifique a palavra macho ocorrendo nos versos 3 e 5) em Atos 6:1-5? Claro que Deus não se esqueceu! Ele repetiu diversas vezes na Sua Sacro Santa Palavra que a liderança da igreja é para o homem e que às irmãs está vedado o uso de autoridade sobre eles na igreja (1 Tm. 2:12).
DESASTRE DAS PASTORAS NO BRASIL
O exemplo mais conhecido no Brasil, talvez por ter sido a primeira foi o da figura grotesca de uma certa missionária que tem programas na TV. Sem nos determos no campo da gritante falta do jeito meigo e espírito manso, suave e agradável, próprio das santas mulheres de Deus, analisemos os flagrantes ensinos heréticos da pastora carismática, quase que adorada pelos "renovados":
Declarações da "pastora":
1. Deus assumiu a natureza humana para que o homem assumisse a natureza divina"
2. A guarda do sábado
3. A volta de Jesus num dia de sábado no ano de 2007 etc... ( Livro Super Crentes, Ed. Mundo Cristão ) É esse o exemplo que muitas estão seguindo...
CONSEQUÊNCIAS DA ORDENAÇÃO DE MULHERES:
Como a ordenação de mulheres é uma tendência irreversível no tempo decadente em que vivemos, é só uma a questão de tempo a sua oficialização e contaminação da nova moda em todas as denominações evangélicas. Com suas mentes cauterizadas, indiferentes aos perigos de divisão, indiferentes aos escândalos e indignações de muitos pastores sérios, as insensíveis feministas perseguem ávidas o púlpito, que será entregue pelos homens palermas e desmoralizados. No contexto que se aceitar essa doutrina estranha, serão rasgados então, todos os textos mencionados da palavra de Deus, o que atrairá as maldições para os próprios defensores da ordenação de mulheres, que deixarão o vento das seguintes doutrinas malignas adentrar em seus lares e igrejas:
Abertura das seguintes portas :
1. DESTRUIÇÃO DO PAPEL DO HOMEM COMO LÍDER NO LAR;
2. ESFRIAMENTO ESPIRITUAL;
3. IMORALIDADE; e
4. CONIVÊNCIA COM OS HOMOSEXUAIS COMO MEMBROS DE IGREJA; E DA CONSEQUENTE ORDENAÇÃO DE HOMOSEXUAIS E LÉSBICAS.
Todas essas maldições, que não são novidade, já se abateram há tempo nos países que adotaram essa apostasia gradual, pois quem faz isso já DESCARTOU A AUTORIDADE DAS ESCRITURAS HÁ MUITO TEMPO! O diabo é assim: vai comendo o mingau dos tolos pelas bordas... É o caso do sapo cozido na água quente.
Vejamos esse trecho de um artigo escrito pelo Pr. Luiz Ferraz:
"Paulo ordenou apenas homens ao presbitério (At.14:23); nenhuma mulher foi chamada para acompanhar Paulo e Barnabé (At.13:1-3); o Espírito Santo constituiu bispos e não bispas (At.20:28); em Filipo haviam bispos e diáconos, não havia bispas e diaconisas (Fp.1:1); Paulo não ensinou ordenação de mulheres (1Tm.3;1-5); a consagração ao ministério era realizado por intermédio do presbitério, que era composto de homens (1Tm.4:14; 5:17,22); em Creta, onde haviam muita imoralidade (inclusive homossexualismo e lesbianismo), apenas homens foram prescritos para o presbitério (Tt.1:5). Pedro não menciona mulheres presbíteras em suas cartas (1Pe.5:1-4); Tiago não incluiu as mulheres entre os presbíteros, para fazerem orações de fé (Tg.5:14). Hebreus também não menciona mulheres entre os pastores (Hb.13:7,17). Que dizer da história da igreja? Durante séculos nunca se ouviu falar em mulheres no ministério. Isso é uma questão recente. Segundo o pastor Brent esta polêmica não vem de um contexto teológico, mas político-social dos Estados Unidos, na virada do século 19 (ela teve seu berço no meio evangélico em 1848 com a convenção de mulheres na capela da Igreja Metodista Wesleiana, em Seneca Fall, New York, nos EUA). Será que a Igreja, que é considerada coluna e baluarte da verdade (1Tm.3:15), errou por 19 séculos, durante os quais se omitiu quanto a ordenação de mulheres? Depois de 19 séculos, teria a Igreja recebido uma nova revelação divina, através da qual, sua visão, antes entenebrecida pelo preconceito, teria sido aberta para enxergar e apoiar o ministério de mulheres? Deus permitiria tal injustiça contra as mulheres por 19 séculos? Por que Deus não fez esta revelação logo no início da era cristã? Por que Ele tardou 19 séculos para fazer justiça?
Pastor Luiz Antonio Ferraz - Igreja Batista da Esperança - Cruzeiro - SP."
CONCLUSÃO
Satanás sabe, melhor do que os defensores da deturpação do lar, que a família é a base de uma igreja e por conseqüência de uma nação bem ajustados e em harmonia. A sanha do inimigo é evidente contra o Senhor.
Graças a Deus pelas santas mulheres que encontram grande prazer em cumprir o divino papel que Deus lhes concedeu de submeterem-se em amor aos seus maridos. Mulheres que se regozijam no papel da maternidade e na devoção a sua família, que amam seus lares e exercem uma profunda influência espiritual sobre as crianças e todos os que as cercam.
Só para as mulheres:
Santas irmãs! Só a eternidade vai revelar o quanto suas vidas dignas significaram para a causa do Senhor Jesus Cristo! Vocês, que são fiéis à palavra de Deus, e não levam a mesma na brincadeira, saibam que no tribunal de Cristo, os galardões não serão dados a quem "apareceu mais". Creio que muito "figurões" denominacionais ficarão envengonhados por terem sido infiéis na doutrina, enquanto que a santas, mansas e submissas mulheres de Deus, cheias do Espírito Santo, receberão os galardões de Jesus Cristo! Orem com urgência e com fervor por suas famílias, que é, depois da salvação, o maior bem que temos nesse mundo. Não se deixem envenenar por essas mulheres carnais que destilam a peçonha da rebelião! Elas estão minando mais ainda os homens desmoralizados que não "vestem mais as calças" em seus lares e igrejas. Não deixemos que a perversão dos papéis do homem e da mulher sejam corrompidos por tolos que não respeitam a palavra de Deus e atacam os fundamentos deixados pelo Senhor para o nosso próprio bem. Devemos orar, também, pela crianças e jovens que nos sucedem na caminhada da vida, para que as poucas famílias que levarem a sério a palavra de Deus, que é clara ao traçar os distintos papéis de todos, sejam um exemplo nesse contexto podre de degeneração do lar que tem atraído o juízo do Senhor. Que Deus nos abençoe e nos faça fiéis!
Outro excelente artigo contra mulheres pastoras.
Ensinos Anti-Bíblicos
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
quinta-feira, 14 de junho de 2012
sábado, 17 de setembro de 2011
A Sociedade Idiotizada, leituras que estou recomendando
sábado, 3 de setembro de 2011
Os Erros da Bíblia Atualizada 1/2
Os Erros da Bíblia Autalizada - Parte I from Aldenei Barros on Vimeo.
... e a 2a. parte pode ser encontrada aqui:
http://www.baptistlink.com/creationists/videos.htm
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Não se afogue no pântano da hipocrisia divorcista
divorcista
Refutando os Erros de Vince Londini
Pr. Pedro Almeida, Out 2007
Introdução:
Esta é uma refutação da série de 3 artigos de Vince Londini publicados por David
Cloud no Fundamental Baptist Information Service em de 23 Março de 2004 os quais
se encontram (Out. 2007) no web-site Way Of Life de David Cloud em:
http://www.wayoflife.org/fbns/fbns-index/familyfbns.htm
Os 3 artigos se intitulam
1- "A lei de Deus Contra o Divórcio" (sic)
2- "O perdão de Deus para o Divórcio: Ministrando para Almas Divorciadas"
3- "Pântanos Interpretativos no Assunto Divócio / Recasamento"
Vince Londini é pastor Associado da Bethel Baptist Church, London, Ontario, igreja da
qual David Cloud faz parte.
Tudo o que não precisamos nesses dias atuais é mais um líder religioso incentivando
pecado e licenciosidade. A sociedade adúltera que nos rodeia está se jogando de
cabeça na fornicação e no adultério. Estamos mesmo nos dias de Ló como nos
advertiu o Senhor Jesus. O casamento é zombado e ridicularizado. Dentro desse
panorama tenebroso, surge a apologia ao divórcio e novo casamento por esse tal de
Londini.
David Cloud cometeu um grande erro ao publicar em 2004 no seu boletim
Fundamental Baptist Information Service e em seu web-site "Way of Life", uma série de
3 artigos de Vince Londini sobre divórcio. Esses artigos, de forma totalmente
irresponsável e incoerente, contrariam inclusive o que David Cloud escreveu no artigo
"The Divorced Pastor" em 27 de Maio de 1997, no qual ele corretamente afirma que o
homem divorciado não pode ser pastor. Veja por si mesmo em
2
http://www.wayoflife.org/fbns/divorcedpastor.htm.
O erro de Cloud foi gradual.
1. Primeiro ele se baseou numa atitude frouxa de um homem que ele admira e que
influenciou muito seu ministério como ele mesmo confessa. Esse homem é Bruce
Lackey. Bruce Lakey foi professor de Cloud no Tennessee Temple.
Ele era um homem muito piedoso, mas não devemos assumir que homens piedosos
fazem e pregam sempre o que é certo. Isso é um erro. Pegue seu leite de muitas
vacas, mas faça o seu próprio queijo.
2. No segundo passo a caminho do erro, Cloud tomou uma atitude mais tolerante
dizendo que o divorciado e recasado pode pregar, mas não pode ser pastor.
3. Em terceiro lugar, num estágio mais avançado de concessão, Cloud vai se
conformando com pessoas como Londini, que na verdade é um divorcista e que torce
as Escrituras para que se acomodem ao seu erro.
4. Em quarto lugar, Cloud chegou ao ponto de publicar os 3 artigos de Londini nos
quais ele faz acintosamente apologia ao divórcio e novo casamento. Isso foi um
tropeço muito triste de Cloud.
O assunto de divórcio deve ser baseado na Palavra de Deus e não na opinião dos
outros. O mínimo que um pregador que não estudou sobre o assunto deveria fazer, é
ficar calado ou se opor ao divórcio e ao novo casamento enquanto o cônjuge original
estiver vivo. Essa é a postura da cautela. Mas, ao contrário, os desastrados preferem
se apressar e para agradar as pessoas pecaminosas e ser popular com parentes ou
membros das igrejas que cometem esses erros, e dizer que podem se divorciar e casar
novamente. Nesses casos, isso de ser cauletoso não ocorre. Muitos se apressam em
traduzir para o português tudo o que David Cloud publica e espalham essas falsidades
em boletins de modo que centenas de pessoas se contaminam com erros doutrinários
gravíssimos que denunciamos neste breve tratado.
Os erros de Londini são tantos que teriam que ser refutados linha por linha, entretanto,
isso não será necessário, pois ele apenas repete erros que já foram refutados no nosso
3
estudo (http://www.baptistlink.com/creationists/divorciarecasaadultera.htm) contra o
divórcio e novo casamento e desmantelam a tese divorcista.
Vejamos alguns pontos de Londini divididos nas 3 partes:
1. Refutando a Parte 1 da desinformação de Londini.
O título da primeira parte já é enganoso pois diz "A Lei de Deus contra o
Divórcio", mas em todo o estudo, Londini vai tentar provar exatamente o oposto. Para
ser coerente com sua proposição, melhor seria que Londini fosse honesto e dissesse
"A Lei a favor do divórcio", pois é exatamente isso que ele vai tentar fazer. Aí reside a
hipocrisia dos divorcistas. Eles dizem que são contra o divórcio para querer parecer
piedosos e dar a entender que valorizam o casamento indissolúvel, mas na verdade, o
que fazem é escancarar as portas para o divórcio e novo casamento.
Nesta primeira parte Londini divide seu pobre argumento em 2: Argumento do Velho
Testamento e argumento do Novo Testamento.
No Velho Testamento Londini vai para 3 textos. Um em Dt. 24:1-4, outro em Is. 50:1 e o
outro em Jer. 3:8. No primeiro verso se fala de coisa indecente que se descobre na
noite de núpcias, algo muito específico aplicado aos judeus e que foi abolido pelo
Senhor Jesus em Mat. 5:32 2 19:9. Em ambos versos nos é dito pelo Senhor Deus que
Ele divorciou Israel, sua esposa, por causa de infidelidade. Isso é um fato. Entretanto
Deus não terminou o ensino aí como querem os divorcistas. Vejamos os ensinos que
eles se esquecem:
1. Deus continua casado com Israel;
2. Deus convida a sua esposa a voltar e;
3. Deus não se casa novamente com outra.
Se no Velho Testamento os argumentos são tolos, infantis e facilmente refutados, no
Novo Testamento, então, o fracasso de Londini é total. Ele comente os mesmos erros
dos divorcistas teimosos. Eles não entendem que a exceção em Mat. 5:32 e 19:9 não
se refere a adultério, eles desrespeitam as palavras e os tempos verbais e fazem
contorcionismos com o s versos para que se acomodem ao seu ensino pecaminoso.
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2. Refutando a Parte 2 da desinformação de Londini.
O título da segunda parte de Londini foi: "O perdão de Deus para o Divórcio:
Ministrando para Almas Divorciadas". Londini quer estar no lugar de Deus e
ensinar às pessoas que estão em adultério algo que Deus não disse. Ele se esqueçe
que perdão envolve arrependimento, e arrependimento envolve mudança de mente e
de comportamento. Vejamos, entretanto, algo que Deus disse:
1. Os adúlteros não herdrão o reino dos céus.
Rom. 1:31-32; 1Co. 6:9; Gál. 5:19-30; Heb. 13:4; 2Pe. 2:14;
2. Os ladrões não herdarão o reino dos céus: 1Co. 6:10
3. A mulher que se casa com outro homem enquanto seu marido estiver vivo é uma
adúltera: Rom. 7:2-3; 1Co. 7:39
Agora vejamos a doença intelectual dos divorcistas o que prova a hipocrisia. Londini
disse: "Deus espera que o casamento seja "até a morte", mas... provê uma exceção...
portanto ambos, a morte e o divórcio, encerram o casamento..."
Refutação:
Isso é um ensino falso de Vince Londini. Ele tirou isso irresponsavelmente da
cabeça dele e não apresentou prova alguma das Escrituras.
Vejamos o erro de lógica de Londini. Ele tem sua inteligência num nível rasteiro e quer
que todos desçam ao seu nível. Isso não será possível. Vejamos.
Ou é até que a morte os separe, ou não é até que a morte os separe!
NÃO PODE SER AS 2 COISAS AO MESMO TEMPO E PONTO FINAL!
Londini disse:
"Note que o divórcio encerra o casamento".
Refutação: Isso é mentira. O Senhor Jesus nos ensinou que o divórcio não
encerra o casamento. Sobre Rom. 7:2, Londini vai querer perverter o ensino claro
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e torturar desonestamente o verso para que se acomode aos seus delírios divorcistas.
Isso foi o que também fez um neo-fundamentalista ao publicar uma Bíblia
supostamente "Literal", mas que na verdade, insere as crenças divorcistas e
arminianas do seu tradutor.
Londini disse:
"O verbo está enfatizando uma ação e não um estado contínuo".
Refutação: É de assustar tanta ignorância. Londini quer tentar ensinar que não existe
um verbo que implica uma ação contínua. Mas isso é exatamente o que o verbo no
tempo presente ensina no Grego. "Eu estudo" ou "eu estou estudando" são exatamente
os significados do tempo presente no idioma Grego. O tempo presente é usado pelo
Senhor Jesus quando ele nos ensina sobre o que as pessoas fazem ao se casar com
outra, estando o cônjuge verdadeiro ainda vivo. O casamento é indissolúvel. Vejamos o
erro de lógica básico desta afirmação de Londini. Mesmo que ele estivesse certo, em
nada mudaria o pecado do adultério pois o efeito da ação continua em curso. Um
ladrão que comete o roubo ou o furto, o comete uma vez e pode usufruir do furto do
seu crime por muito tempo. Durante esse tempo, deixa ele de ser ladrão só porque o
ato de subtrair foi feito uma só vez? Claro que não! Ele é um ladrão enquanto não
se arrepender e continuar a usufruir do efeito da sua ação, ou seja, de algo que não é
seu e enquanto não pagar pelo seu delito. Aquele que se casa com uma pessoa que
possui um cônjuge vivo, está usufruindo de uma pessoa que não lhe pertence. Essa
pessoa é adúltera. Aquela pessoa que é casada e casa com qualquer outra que não o
seu cônjuge, está adulterando continuamente, ou seja, se entregando a um
relacionamento ilícito. As pessoas nem estudam os tempos verbais da palavras em
Mat. 5:32, 19:9; Mc. 10:11-12 e Lc. 16:18 e constroem uma doutrina tirada da sua
própria mente. Ai daqueles cegos que confiam em outros cegos.
Londini torce as Escrituras para se acomodar ao seu ensino pecaminoso. Como
alguém pode se casar e não ser mais casado por conta de um divórcio que Deus não
reconhece? Londini subestima a inteligência das pessoas.
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Londini vai agora violar totalmente a proibição de 1 Tim 3, jogando no pântano
divorcista os padrões familiares do pastor. Vejamos a pergunta de Londini e sua
resposta herética (prestemos atenção ao negrito adicionado):
"Poderia um homem divorciado ser ordenado Pastor ou Diácono? A igreja que
ordena deveria considerar se o divórcio foi o da exceção de Mat. 5:32 e 19:9..."
Notemos que Londini está subtraindo a autoridade das Escrituras e colocando a
opinião da igreja local como autoridade e fator a ser considerado. A igreja deve julgar...
A autoridade está na igreja. Isso é um absurdo muito próximo ao que a Igreja Católica
ensina elevando a si mesma num nível maior que as Escrituras.
Londini continua na sua heresia:
"...A frase, “marido de uma mulher” não se refere à gente recasada.. pois os prévios
casamentos acabaram. Ao invés disso a frase proíbe pastores polígamos."
Para ler a nossa refutação desse ensino falso ver o artigo "Pode o homem divorciado
ser pastor?". Um homem que tem duas esposas ao mesmo tempo é polígamo. Este
absurdo é uma das causas da falência moral de muitas igrejas nos Estados Unidos e
no Canadá (onde se localiza a igreja de Londini), onde o número de divórcios entre os
membros de igrejas e até entre os "clérigos" atinge o mesmo número dos ímpios.
Coincidentemente, eu conheço pessoalmente várias igrejas na cidade da igreja de
Londini, onde morei por 6 meses. Eu sei muito bem que a causa da falência dos
casamentos é o mundanismo dentro das igrejas e a hipocrisia de gente que ensina
pecado e não santidade, para que o número de membros nas igrejas seja grande e os
pastores fiquem se gloriando e se gabando de quão abençoados são os seus
ministérios... Vejamos como a hipocrisia continua...
Ele disse:
"Se o pastor não pode ser um exemplo... os padrões serão enfraquecidos..."
Ora, vemos aqui a fala dupla do divorcista. É exatamente isso que Londini está
defendendendo e agora vem reclamar das consequências de seu artigo irresponsável!
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Ele continua:
"Cada igreja individualmente deve considerar... deveria um homem que se casou
com uma mulher divorciada ser ordenado...? Novamente, a igreja que ordena
deve considerar se o divórcio se encaixa..."
A prova se reforça a seguir:
"Em geral, isso será uma questão para ele e sua igreja... decidirem..."
Refutação: Estamos percebendo o pântano da dúvida no qual Londini está todo
enlameado? Ele está perdido em suas opiniões e já não tem mais uma fonte de
autoridade absoluta para dizer sim ou não. O que passa disso é de procedência
maligna. Depois que ele se perdeu em suas especulações divorcistas, ele agora joga o
abacaxi nas mãos da igreja para que se faça uma investigação de quem é a chamada
"parte inocente" do divórcio. Isso é pura inutilidade, pois sabemos que a "parte
inocente" (que não existe) também comete adultério se casar de novo (Mat. 5:32; 19:9).
Como Londini já subtraiu a fonte de autoridade das pessoas, que é a Palavra de Deus,
ele agora navega perdido no mar de suas opiniões e nem mesmo está certo delas. Ele
não sabe que o homem que casa com uma divorciada também está em adultério!
Vejamos onde foi parar a inconsistência: Londini defende o pastor divorciado, enquanto
que Cloud o nega (www.wayoflife.org). Entretanto, Cloud achou por bem publicar para
os milhares de assinantes do seu boletim espalhados pelo mundo inteiro o que Londini
irresponsavelmente ensina. Quanta incoerência!
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3. Refutando a Parte 3 da desinformação de Londini.
Vejamos 7 erros de Londini nesta terceira parte do seu pântano divorcista que foi
este estudo herético sobre divórcio dizendo que os pontos abaixo são idéias "préconcebidas".
Na sua filosofia libertina ele quer negar que::
3.1 Londini nega que o divórcio é SEMPRE errado:
Refutação: Vejamos como ele torce os 4 texto Bíblicos usados nas explicações
sublinhadas que resumem o erro para supostamente basear o ensino divorcista:
a. Dt. 24:1-4 Deus permitiu o divórcio. Errado. Deus tolerou o divórcio,
porém o Senhor Jesus cancelou essa permissão temporária
b. Es. 10:10-11 Deus se agradou de divórcios. Errado. A palavra se
"agradou" não se encontra no trecho. O que vemos é que foi
da vontade de Deus que os rebeldes repudiassem aqueles
relacionamentos adúlteros. O judeus pecaram e tiveram que
consertar o seu pecado de casar com mulheres idólatras e
imorais, muito provavelmente envolvedo a poligamia, como
fez Salomão. Da mesma maneira, quem casou novamente
com o cônjuge ainda vivo, tem que abandonar o seu estado
ou continuará em adultério.
c. Jer. 3:8 Deus se divorciou de Israel. Os divorcistas não cultivam a
virtude da honestidade e isso está mais do que provado
neste trecho onde se "esquecem" de alertar ao leitor, traído
por eles, sobre o resto do capítulo. Seis versos adiante (v.
14) lemos que o Senhor declara que ainda continua casado,
mesmo tendo dado carta de divórcio! Ele disse para a
adúltera: "...Volta..." (v. 12) e depois "...eu vos desposei..."
(v. 14). O sentido do verbo aqui é de um estado contínuo
como "eu estou casado" (Qal, perfeito).
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O Senhor insiste que Ele continua casado com Israel mesmo depois do adultério e
divórcio. Não houve novo casamento como querem os divorcistas! Algumas pessoas,
incluindo os divorcistas, dizem que o matrimônio é apenas um pedaço de papel, mas a
verdade é que o matrimônio é uma instituição divina indissolúvel, e que o divórcio, este
sim, é apenas um pedaço de papel! Muita gente usa este exemplo de Jer. 3:8 para
enganarem a si mesmos como um suposto modelo para o divórcio e novo casamento
desta sociedade adúltera. Eles dizem que o pacto está anulado, mas se seguirmos este
raciocínio divorcista de que o casamento entre Deus e Israel foi anulado, então - olhe a
blasfêmia - o nascimento dO Senhor Jesus Cristo teria sido consumado fora do
matrimônio! Em Gál. 4:4, o apóstolo Paulo nos ensina que não, pois vindo a plenitude
dos tempos O Senhor Jesus veio! A mulher de Ap. 12:1-6 é Israel, O filho dela é o
Senhor Jesus Cristo e o marido é Deus. Destruir esta tipologia e ligação é um erro
teológico grave que desonra a Deus. Londini diz que depois de Is. 50:1 e em Jer. 3:8
(décadas depois) Deus não está mais casado com Israel. Isso é um erro gravíssimo de
Londini. O Senhor Deus Jeová está casado com Israel, a Sua esposa.
A permanência do pacto conjugal pode também ser visto em Ezequiel 16. Esta é a
história de Jerusalém comparada com uma esposa infiel, mas não há menção alguma
de divórcio. O divorcista é uma catástrofe teológica, social e moral! Vejamos os versos:
"E, passando eu junto de ti, vi-te, e eis que o teu tempo era tempo de
amores; e estendi sobre ti a aba do meu manto, e cobri a tua nudez; e
dei-te juramento, e entrei em aliança contigo, diz o Senhor DEUS, e tu
ficaste sendo minha." (Ez. 16:8 )
"Foste como a mulher adúltera que, em lugar de seu marido, recebe os
estranhos." (Ez. 16: 32)
"Contudo eu me lembrarei da minha aliança, que fiz contigo nos dias da
tua mocidade; e estabelecerei contigo uma aliança eterna." (Ez. 16:60)
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3.2 Londini ridiculariza a declaração do Senhor que "no princípio não
foi assim" Londini está refutando ao Senhor Jesus Cristo. Que
blasfêmia!
Refutação: Londini teve a petulância de ridiculariazar O Senhor Jesus Cristo no
argumento da Criação. Ele diz que Cristo não confirma Gên. 2:24 mas "revisa" e afasta
para longe o conceito de casamento monogâmico e indissolúvel. Que audácia de um
divorcista que torce o que O Senhor Jesus claramente ensina para que se acomode ao
ensino errado e pecaminoso do novo casamento que O Senhor qualifica de adultério!
3.3 Londini diz que os motivos para divorciar autorizam recasar.
Refutação: Londini erra ao dizer que divórcio e recasamento são a mesma coisa e
ainda repete o engano de que a exceção de Mat. 5:32 e Mt. 19:9 se refere ao adultério
e abre a brecha para o divórcio e novo casamento. Quantas vezes precisaremos repetir
para os divorcistas teimosos que isto não é verdade?! Caso fosse assim, o Senhor
Jesus Cristo usaria o verbo adulterar para a exceção mas ele não o fez, apesar de
no mesmo verso este verbo ter sido usado para o divorciado que casa novamente com
outra pessoa. É impressionante como os divorcistas têm a coragem de ensinar
exatamente o oposto do que a Bíblia diz. Eles estão enganando a si mesmos e aos
outros.
3.4 Londini diz que os padrões do mundo não têm sido abaixados
porque os padrões da igreja têm sido abaixados.
Refutação: Londini teve a petulância de dizer que "... não importa o que o povo de
Deus faça..." ou seja, aqui ele confessa a sua propria derrota porque se o divórcio
fosse correto ele não precisaria usar esta ilustração e a expressão "não importa". No
fundo da mente licenciosa de Londini, ele sabe que está errado e aqui na própria base
desse argumento ele se traiu. Em outras palavras, ele diz: "Vamos fazer o nosso
pecadinho particular de divórcio mesmo, porque o ímpio está perdido mesmo!" Que
pecado de Londini!
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Londini agora vai citar o argumento da maioria ou o argumento do consenso. Quando
não se tem argumento Bíblico, se parte para a apelação e para o argumento da
maioria. A Igreja Católica faz isso, os evolucionistas fazem isso e agora esse pseudo
fundamentalista tambem o faz. Ele vai citar:
1. A Confissão de Westminster de 1646,
2. Matthew Henry (1662-1714),
3. Matthew Poole (1700's) e;
4. Incontáveis outros "piedosos" expositores dos últimos 300 anos...
Londini declarou: "Nenhum divórcio, jamais" não é a posição histórica." Isso é um erro
de Londini. Ele citou a posição "histórica" que se alinha com a dele. Ele não citou
a abundante posição histórica que é contra ele. Essa desonestidade ocorre com
freqüência não somente com os divorcistas, mas também com os arminianos. Os
"piedosos" que defendem o divórcio e novo casamento, deixaram de sê-lo no exato
momento que se rebelaram contra o ensino dO Senhor Jesus.
Londini declarou: "Acautelai-vos contra a tentação de estabelecer padrões como uma
reação contra o mundo. Nós temos que fundamentar a nossa posição na Palavra de
Deus, " Ele continua: "não importa onde esteja a posição do mundo..."
Vejamos a derrota de Londini. Ele não estabelece padrões pela Bíblia, mas em
conformidade com o mundo. O que ele prega sobre divórcio é exatamente o que
esta sociedade corrupta e adúltera ama e prega. Não precisamos do ensino de Londini
sobre casamento. Basta abrir as revistas, jornais e ouvir os psicólogos deste mundo vil.
Ele está 100% alinhado com o mundo sobre isso! É claro que importa onde está o
mundo, pois a Bíblia nos diz que ele está no maligno. Sobre este assunto Londini
agrada o mundo, é amigo do mundo e automaticamente inimigo de Deus: Jo. 15:19;
Gal. 1:10; Ef. 2:2; Tg. 4:4; 1Jo. 2:15; 4:5.
3.5. Londini chama casamento de "armadilha", pasmem!
Londini cita o exemplo da mulher abusada e traída pelo marido truculento e adúltero.
Qual a solução para isso? Seria outro adultério por parte da mulher?
A soma de dois erros gera um acerto?
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Claro que não! Todavia, este é o exato ensino do pântano do pecado de Londini. A
Bíblia, porém, dá a explicação que os divorcistas ensistem em ignorar. Está em 1Co.
7:11: "Se, porém, se apartar, que fique sem casar..." Por que isso? Porque se ela
se casar com outro homem, estará cometendo adultério. Em Rom. 7:3, o ensino é
cristalino:
"De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro
marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se
for de outro marido."
3.6. Londini defende que a infidelidade sexual é base para o divórcio.
Muitos divorciados, se separam por outra razão que não o adultério, porém ele
eventualmente acontecerá e então o divórcio, na prática quase todo ele, de acordo com
Londini, será justificado. É a libertinagem sancionada. Ele teve a audácia de insinuar
que aqueles que são contra o divórcio estão se abrindo aos ataques de Satanás.
Pasmem! Olha a lógica de Londini: Quem defende o divórcio é instrumento de Deus,
quem defende o matrimônio é instrumento do Diabo. Ora, vemos que quem está
atacando o matrimônio e a Palavra de Deus, eles sim, são instrumentos do Diabo e não
os que o defendem! Londini tem confiado em sua própria opinião pantanosa e falível.
3.7 Londini disse que a crença que o divórcio é sempre errado leva a
um "pântano".
Pasmem com a petulância e o atrevimento de Londini. Ele agora se volta contra os que
advogam a indissolubilidade do casamento insinuando que eles têm idéias "préconcebidas",
para querer justificar o seu ataque contra o matrimônio! Vimos
claramente, entretanto, que quem está no pântano e na lameira são os divorcistas. Eles
estão no pântano da heresia, desrespeitando a Palavra de Deus e na lameira do
adultério, que é o endosso aos múltiplos casamentos sucessivos. Vejamos que até
mesmo a Igreja Católica, que é chamada em Ap. 17 de "Mãe das Prostituições" é
contra o divórcio. Os evangélicos, e agora um que se diz "fundamentalista" (na verdade
neo-fundamentalista), se colocam abaixo do padrão moral da Igreja Católica, a Mãe
das Prostituições! Que vergonha! Que desastre! Ai daqueles que seguem esses
libertinos.
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Conclusão:
Esse lamentável episódio deve servir de alerta para todos aqueles que amam e
respeitam a instituição divina do matrimônio inaugurado pelo próprio Senhor e ensinado
na Sua Santa Palavra.
"Venerado seja entre todos o matrimónio e o leito sem mácula; porém,
aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará." (Heb.
13:4)
As motivações daqueles que atacam esta instituição divina não pode se outra além da
de infiltrar à força para dentro das igrejas, os padrões frouxos de comportamento de
uma sociedade corrompida, adúltera e perversa, agradando àqueles que se
entregaram ao pecado contra o matrimônio.
Repudiamos totalmente o artigo de Vince Londini e todos
aqueles que o promovem.
Ele está ensinando pecado às pessoas e David Cloud, tragicamente e de modo
complacente, está endossando esse pecado. Aqueles que quiserem seguir esses que
transformam a graça de Deus em dissolução (Ef. 4:19; Judas 1:4), vão pagar caro.
Muitos querem arriscar. Para esses, segue o alerta terrível do Senhor sobre os que
queriam viver uma vida dupla, enganando a si mesmos e aos outros:
"apartai-vos de mim vós que praticais a iniquidade..." (Mt. 7:21)
sábado, 5 de junho de 2010
Divórcio e Recasamento 2
( Eu traduzi este texto com a ajuda do tradutor Google e um dicionário de Inglês-Português)
Por John Piper
01 de janeiro de 1986
Eu tenho vindo, recentemente, aa conclusão de que a cláusula de exceção em Mateus 5:32 e 19:9 não se destina a proporcionar uma escapatória para o divórcio e novo casamento quando um dos parceiros comete adultério.
Comecei, em primeiro lugar, a ser incomodado porque a forma absoluta de denúncia de Jesus do divórcio e novo casamento em Marcos 10:11, 12 ("E disse-lhes:" Todo aquele que repudiar sua mulher e casar com outra, comete adultério contra ela e se ela se divorcia do marido e casar com outro comete adultério contra ele ") e Lucas 16:18 ("Todo aquele que repudiar sua mulher e casar com outra comete adultério e o que casar com uma mulher divorciada de seu marido comete adultério. ") não é preservada por Mateus, se de fato sua cláusula de exceção é um escape para o divórcio e novo casamento. Eu fui incomodado pela simples suposição que tantos escritores fazem de que Mateus está simplesmente tornando claro algo que poderia estar sendo entendido implicitamente pelos ouvintes de Jesus ou os leitores de Marcos 10 e Lucas 16. Será que eles realmente têm assumido que as afirmações absolutas incluem exceções? Tenho dúvidas muito fortes, e, portanto, a minha inclinação é questionar se de fato a cláusula de exceção de Mateus está de acordo com o absoluto de Marcos e Lucas.
A segunda coisa que começou a me incomodar era a pergunta: Por que Mateus usa a palavra porneia em vez da palavra moicheia, que significa adultério? Quase todos os comentaristas parecem fazer a simples suposição de que porneia significa adultério neste contexto. Mesmo que eu estivesse pronto a admitir isto agora e, então, porneia é usado em um sentido que pode incluir adultério, a questão ainda, para mim, é por que Mateus não usa a palavra adultério, se isto é de fato o que ele quis dizer. Então eu observei algo muito interessante. O único outro lugar além de Mateus 05:32 e 19:9 onde Mateus usa a palavra porneia está em 15:19 onde é usado ao lado de moicheia. Portanto, o prova contextual primária para o uso de Mateus é que ele concebe porneia como algo diferente de adultério. Poderia significar, então, que Mateus concebe porneia em seu sentido normal de prostituição ao invés de adultério?
A próxima pista na minha busca por uma explicação veio quando eu tropecei no uso de porneia em João 8:41 onde a líderes judeus acusam indiretamente Jesus de nascer de porneia. Em outras palavras, uma vez que não aceitam o nascimento virginal, eles assumem que Maria havia cometido fornicação e Jesus foi o resultado desse ato. Com base naquela pista eu voltei para o estudo do registro de Mateus sobre o nascimento de Jesus em Mateus 1:18-20. Este foi extremamente esclarecedor.
Nestes versos, José e Maria são referidos uns aos outros como marido (aner) E mulher (gunaika). No entanto, são descritos apenas como sendo prometidos um ao outro. Isto é provavelmente devido ao fato de que as palavras de marido e mulher são simplesmente homem e mulher e para o fato de que noivado foi um compromisso muito mais significativo do que é hoje. No versículo 19 José resolve "divorciar-se" de Maria. A palavra para o divórcio é a mesma palavra em Mateus 5:32 e 19:9. Mas o mais importante de tudo, Mateus diz que José tinha "apenas" tomado a decisão de divorciar-se de Maria, presumivelmente por causa de sua porneia, fornicação.
Portanto, como Mateus começou a construir o narrativa de seu evangelho, ele se encontra no capítulo 5 e, em seguida, mais tarde, no capítulo 19, em uma situação difícil. Ele tem diante de si as palavras absolutas de Jesus que se um homem se divorciar de sua esposa e casar com outra comete adultério, ou seja, ele comete uma grave injustiça. No entanto, o divórcio que Mateus tinha contemplado com os seus leitores, no capítulo 1, foi descrita por ele como uma "possibilidade" apenas. Portanto, a fim de evitar a inconsistência chocante entre o que ele disse sobre José e o que Jesus diz sobre o divórcio, Mateus insere a cláusula de exceção para exonerar José e mostrar que o tipo de divórcio que pode-se prosseguir durante um noivado por causa de prostituição, não é incluído no que Jesus tinha dito. Esta interpretação da cláusula de exceção tem várias vantagens: 1) não força Mateus contradizer a evidência, o significado absoluto de Marcos e Lucas; 2) fornece uma explicação por quê a palavra porneia é utilizada na cláusula de exceção de Mateus, em vez de moicheia; 3) quadra com o uso próprio de Mateus de porneia para a prostituição em Mateus 15:19; 4) Do ponto de vista crítico-redacional, é uma edição muito astuciosa que promove a verdade do comando absoluto próprio de Jesus e a retidão da intenção de José em resolver divorciar-se de sua desposada, Maria.
Há mais um elemento de prova. É geralmente assumido pelos evangélicos que, quando Jesus falou a forma absoluta de seu comando, em Lucas 18 por exemplo, ele estava assumindo que o divórcio por causa de adultério era um dado suposto e que o cônjuge tinha o direito de casar quando se divorciou neste caminho. Mas há muito fortes evidências em Lucas 16:18 que Jesus não assumiu isso, mas na verdade contemplou a possibilidade de uma cláusula de excepção e a rejeitou. Lucas 16:18 diz: "Todo aquele que repudiar sua mulher e casar com outra, comete adultério e o que casar com uma mulher divorciada de seu marido, comete adultério. "Qual é a situação da mulher na segunda metade deste versículo? Parece-me que se tomarmos o verso como uma unidade (e eu não posso ver nenhuma razão ao contrário) a situação é que um homem se divorciou de sua esposa e se casou com outra. Isto é, ele abandonou sua esposa e ilegitimamente foi embora com outra e formaram um novo relacionamento conjugal. Ele cometeu adultério contra a sua primeira esposa e deixou-a “divorciada”. Se a tradicional visão da cláusula de exceção de Mateus está correta, então esta mulher é livre para se casar novamente. Mas Jesus diz exatamente o contrário na segunda metade de Lucas 16:18. Ele diz que a mulher que era divorciada não é uma candidata para o recasamento, porque se um homem se casa com ela, ele comete adultério.
A única maneira de escapar desta implicação é dizer que as duas metades do verso não tem nada a ver com uma com a outra. Mas contra essa suposição é a voz ativa da palavra “divórcio” em 18a e a voz passiva da palavra "divórcio" em 18b. Em outras palavras, o verso ilustra um homem se divorciando em 18a e uma mulher divorciada em 18b e parece-me completamente antinatural pensar que essa mulher divorciada em 18a e em 18b são duas mulheres diferentes. A força deste argumento tem sido sentida pelos tradutores da NVI em Mateus 5:32. Eles traduzem "qualquer que repudiar sua mulher, exceto por infidelidade, faz com que ela cometa adultério, e quem casar com uma mulher assim divorciada comete adultério”. O fato de que acrescentem a palavra "assim" mostra que eles acham da mulher na segunda metade do verso como a mesma mulher, na primeira metade do versículo. Mas quando começam Lucas 16:18, eles simplesmente traduzem: " Qualquer que repudiar sua mulher e casar com outra mulher comete adultério, e o homem que se casa com uma mulher divorciada comete adultério". Por que não usar a palavra "assim" em Lucas 16:18? Acho que o motivo é que isto mostrará que Jesus considerou a situação de uma cláusula de exceção em razão do adultério e rejeitou-a. Este é, de facto, o caso.
Isto é o que eu ensinei a minha igreja e não vejo justificativa para nada de diferente em I Coríntios 7.
© Desejando Deus
Permissões: Está permitida e incentivada a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que você não alterar o teor de qualquer maneira e não cobrar uma taxa além do custo de reprodução. Para web postagem, um link para esse documento no nosso site é o preferido. Quaisquer excepções ao acima deve ser aprovado pela Desejando Deus.
Por favor, inclua o seguinte declaração sobre qualquer cópia distribuída: Por John Piper. © Desejando Deus. Website: desiringGod.org
==============oOo=============
(A seguir, o original em Inglês:)
On Divorce & Remarriage in the Event of Adultery
By John Piper
January 1, 1986
I have recently come to conclusion that the exception clause in Matthew 5:32 and 19:9 is not intended to provide a loophole for divorce and remarriage when one of the partners commits adultery.
I began, first of all, by being troubled that the absolute form of Jesus' denunciation of divorce and remarriage in Mark 10:11, 12 ("And he said to them, 'Whoever divorces his wife and marries another, commits adultery against her; and if she divorces her husband and marries another she commits adultery against him'") and Luke 16:18 ("Everyone who divorces his wife and marries another commits adultery, and he who marries a woman divorced from her husband commits adultery.") is not preserved by Matthew, if in fact his exception clause is a loophole for divorce and remarriage. I was bothered by the simple assumption that so many writers make that Matthew is simply making explicit something that would have been implicitly understood by the hearers of Jesus or the readers of Mark 10 and Luke 16. Would they really have assumed that the absolute statements included exceptions? I have very strong doubts, and therefore my inclination is to inquire whether or not in fact Matthew's exception clause conforms to the absoluteness of Mark and Luke.
The second thing that began to disturb me was the question, Why does Matthew use the word porneia instead of the word moicheia which means adultery? Almost all commentators seem to make the simple assumption again that porneia means adultery in this context. Even though I am ready to admit that now and then porneia is used in a sense which can include adultery, the question nags at me why Matthew should not use the word for adultery, if that is in fact what he meant. Then I noticed something very interesting. The only other place besides Matthew 5:32 and 19:9 where Matthew uses the word porneia is in 15:19 where it is used alongside of moicheia. Therefore, the primary contextual evidence for Matthew's usage is that he conceives of porneia as something different than adultery. Could this mean, then, that Matthew conceives of porneia in its normal sense of fornication rather than adultery?
The next clue in my search for an explanation came when I stumbled upon the use of porneia in John 8:41 where the Jewish leaders indirectly accuse Jesus of being born of porneia. In other words, since they don't accept the virgin birth, they assume that Mary had committed fornication and Jesus was the result of this act. On the basis of that clue I went back to study Matthew's record of Jesus' birth in Matthew 1:18-20. This was extremely enlightening.
In these verses Joseph and Mary are referred to each other as husband (aner) and wife (gunaika). Yet they are described as only being betrothed to each other. This is probably owing to the fact that the words for husband and wife are simply man and woman and to the fact that betrothal was a much more significant commitment then than engagement is today. In verse 19 Joseph resolves "to divorce" Mary. The word for divorce is the same as the word in Matthew 5:32 and 19:9. But most important of all, Matthew says that Joseph was "just" in making the decision to divorce Mary, presumably on account of her porneia, fornication. Therefore, as Matthew proceeded to construct the narrative of his gospel, he finds himself in chapter 5 and then later in chapter 19, in a difficult situation. He has before him the absolute sayings of Jesus that if a man divorces his wife and marries another he commits adultery, that is, he commits a grave injustice. Nevertheless, the one divorce that Matthew has contemplated with his readers in chapter 1 has been described by him as a "just" possibility. Therefore, in order to avoid the jarring inconsistency between what he has said about Joseph and what Jesus says about divorce, Matthew inserts the exception clause in order to exonerate Joseph and show that the kind of divorce that one might pursue during a betrothal on account of fornication, is not included in what Jesus had said. This interpretation of the exception clause has several advantages: 1) it does not force Matthew to contradict the plain, absolute meaning of Mark and Luke; 2) it provides an explanation for why the word porneia is used in Matthew's exception clause instead of moicheia; 3) it squares with Matthew's own use of porneia for fornication in Matthew 15:19; 4) from a redaction-critical standpoint it is very astute edition which promotes the truth of Jesus' own absolute command and the rightness of Joseph's intention in resolving to divorce his betrothed, Mary.
There is one more piece of evidence. It is usually assumed by evangelicals that when Jesus said the absolute form of his command, in Luke 18 for example, he was assuming that divorce on account of adultery was taken for granted and that a spouse had the right to remarry when divorced in this way. But there is very strong evidence in Luke 16:18 that Jesus did not assume this but in fact contemplated the possibility of an exception clause and rejected it. Luke 16:18 says, "Everyone who divorces his wife and marries another commits adultery, and he who marries a woman divorced from her husband commits adultery." What is the situation of the woman in the second half of this verse? It seems to me that if we take the verse as a unity (and I can see no reason not to) the situation is that a man has divorced his wife and married another. That is, he has deserted his wife and illegitimately gone off with another and formed a new marital relationship. He has committed adultery against his first wife and left her "divorced." If the traditional view of Matthew's exception clause is correct, then this woman is free to remarry. But Jesus says just the opposite in the last half of Luke 16:18. He says that the woman who was divorced is not a candidate for remarriage, because if a man marries her, he commits adultery. The only way to escape from this implication is to say that the two halves of the verse don't have anything to do with each other. But against that assumption is the active voice of the word "divorce" in 18a and the passive voice of the word "divorce" in 18b. In other words, the verse pictures a man divorcing in 18a and a woman divorced in 18b and it seems to me completely unnatural to think of this woman divorced in 18a and in 18b as two different women. The force of this argument has been felt by the translators of the NIV in Matthew 5:32. They translate "anyone who divorces his wife, except for marital unfaithfulness (sic!), causes her to commit adultery, and anyone who marries a woman so divorced commits adultery." The fact that they insert the word "so" shows that they think of the woman in the second half of the verse as the same woman in the first half of the verse. But when they get to Luke 16:18, they simply translate, "Anyone who divorces his wife and marries another woman commits adultery, and the man who marries a divorced woman commits adultery." Why don't they use the word "so" in Luke 16:18? I think the reason is that as soon as they do, it will show that Jesus did consider the situation of an exception clause on the ground of adultery and rejected it. This is in fact the case.
This is what I have taught to my church and I see no warrant for anything different in I Corinthians 7.
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Colei do blog do Júlio Severo
Rios de sangue: A cultura contraceptiva e as profecias do Apocalipse
Rios de sangue: A cultura contraceptiva e as profecias do Apocalipse
Julio Severo
Bem no começo dos tempos da humanidade, Caim matou Abel e o enterrou, e a Bíblia relata que o sangue de Abel clamava desde o chão. O assassinato de Abel não ficaria impune nem esquecido.
No fim dos tempos, a Bíblia relata que os rios, os mares e as fontes de água “se transformariam em sangue como de um morto” (Apocalipse 16:3-4), explicando que o derramamento de sangue inocente (veja Apocalipse 16:5-6) trará juízo sobre as sociedades.
Do começo ao fim, a Bíblia deixa claro que nenhum assassinato de inocentes fica impune, pois o sangue clama por justiça.
Independente do tipo de interpretação que se escolha dar para o relato do livro do Apocalipse para o sangue nos rios, o fato é que se o sangue de Abel significava uma vida injustamente aniquilada, então o sangue nos rios representa uma grande multidão de vidas injustamente aniquiladas.
Mesmo que não existisse nenhum aviso bíblico sobre sangue nos rios, não dá para escapar da realidade de que há muito sangue nos rios. A vida vem sendo descartada nos rios, sem que ninguém se importe. O sangue inocente vem sendo descartado nos rios, sem que ninguém dê atenção.
Hoje, os rios se transformaram não somente em latrina, mas também em depósito de vidas aniquiladas. Centenas de milhões de mulheres usam pílulas e outros dispositivos “anticoncepcionais” que ocasionam micro-abortos que acabam se escoando na descarga dos banheiros diretamente para os rios.
Filhos micro-abortados: Quem se importa?
Quantas usuárias da pílula anticoncepcional sabem que a contracepção hormonal não só impede a concepção, mas também impede um embrião recém-concebido de se implantar no útero da mãe? Um novo ser humano, minúsculo demais para se ver, morre de fome, e é expulso do corpo da mãe no próximo ciclo menstrual dela. A pílula anticoncepcional não só representa a rejeição ao presente da nova vida que vem de Deus, mas efetivamente a destrói.
A geração atual foi condicionada a não conhecer nem se importar com o fato de que uma das funções da contracepção é provocar micro-abortos imperceptíveis.
A atual geração vive uma vida planejada e condicionada, onde a prioridade é o conforto material e o prazer. Nessa realidade, filhos se tornam pesos e obstáculos. Com a contracepção, eles se tornam opções e itens descartáveis, onde tanto governos quanto indivíduos impõem controles e limites.
Numa era de planejamento, se tornou fácil descartar a vida humana. Até mesmo aqueles que se chamam pelo nome de cristãos usam os próprios meios do mundo que escoam o sangue inocente nos rios.
A Bíblia não tem razão quando diz que o povo de Deus sofre destruição porque lhe falta o conhecimento? Quantos, no meio do povo de Deus, sabem que Margaret Sanger (1879-1966), a inventora do termo “controle da natalidade”, tinha ligações fortes com a Nova Era, com o socialismo e com a libertinagem sexual? Sanger foi literalmente a responsável pela criação das modernas pílulas “anticoncepcionais”.
Em seu primeiro jornal, The Woman Rebel (A Mulher Rebelde), ela confessou: “O controle da natalidade atrai os radicais mais avançados do socialismo porque sua prática mina a autoridade das igrejas cristãs. Algum dia espero ver a humanidade livre da tirania do Cristianismo…” [1]
Reprodução humana na mira do esoterismo e do nazismo
Antes da 2 Guerra Mundial, Sanger mantinha estreita relação com autoridades da Alemanha nazista, porque o sistema nazista de total planejamento e controle social era muito mais aberto às idéias dela de controle total sobre a reprodução humana. Enquanto Sanger lutava para promover o polêmico conceito de controle da natalidade nos EUA, na Alemanha não havia nenhuma oposição. O nazismo acolheu de braços abertos a ideologia do planejamento familiar promovida por Sanger. Com sua visão brutalmente baseada na teoria da evolução, o governo nazista via o controle da natalidade como item normal de sua política de planejamento e controle sobre o “animal” humano.
Na Alemanha nazista, a medicina estava a serviço da ideologia do chamado “bem coletivo”. Qualquer medida era válida para se alcançar um bem maior. Podia-se sacrificar vidas “insignificantes”, desde que o resultado fosse melhorar a qualidade de vida de seres humanos produtivos e úteis… Assim, o nazismo em nada diferia do comunismo em que ajudou a inspirar a cultura materialista de hoje, onde a chamada ciência e avanço tecnológico pouco ou nada se preocupam com ética ou o valor da vida humana.
Embora os governos atuais não imponham todas as políticas nazistas de controle social, é inegável o papel e empenho dos governos na doutrinação das massas para que vivam conforme um planejamento contraceptivo. O nazismo morreu, porém não morreram nos governos as intenções de controle na área da reprodução.
Entretanto, além do puro planejamento tecnológico sobre os humanos e sua reprodução, há o fator espiritual. Antes de Margaret Sanger, Annie Besant (1847-1933), a famosa teósofa inglesa, já distribuía panfletos ensinando os casais a ter menos filhos. Não, ela não atuava na África pagã ou Índia pagã, mas na Inglaterra majoritariamente evangélica. Com sua nova ideologia, Besant pregava que bênção era ter uma família menor.
Besant, cujo trabalho influenciou Sanger, havia vindo de um casamento fracassado com um pastor evangélico, se envolvendo em seguida com o socialismo, a teosofia, a Nova Era e o lesbianismo. Mas a Inglaterra dita cristã não se importou com o lesbianismo dela, nem com o ocultismo dela nem com o fato de que na Bíblia Deus diz que filhos são bênçãos e que abençoado é o homem que se enche deles.
A ideologia de Besant, com todas as suas conseqüências, prevaleceu sobre o Cristianismo superficial do povo inglês. A heresia de Besant não começou nas igrejas cristãs nem atingiu primeiramente as igrejas cristãs. O alvo dela era um lugar intocável pelos púlpitos das igrejas: a cama dos casais cristãos. Dessa intimidade longe dos templos religiosos, propagou-se uma ideologia que com o tempo engoliu a verdade dos púlpitos, jogando para o esquecimento a idéia bíblica de que uma família grande é uma bênção grande.
Planejamento familiar que custa sangue
O resultado é que a geração atual, inclusive a maioria dos cristãos, confia nos meios tecnológicos da contracepção do mesmo jeito que o povo alemão confiava na tecnologia e planejamento social da Alemanha nazista e do mesmo jeito que o povo soviético confiava no planejamento estatal da comunista União Soviética. Ambos os sistemas socialistas pregavam a “religião” contraceptiva.
O resultado é que a geração atual, inclusive a maioria dos cristãos, planeja suas famílias em busca de conforto material e prazer, sem perceberem que seu planejamento contraceptivo produz micro-abortos, enchendo os rios de sangue inocente.
O nazismo, o comunismo, o socialismo e toda ideologia de controle social usurpa o lugar de autoridade de Deus sobre as sociedades. O controle da natalidade, também conhecido como planejamento familiar, usurpa o lugar de autoridade de Deus sobre o aumento das famílias. Ambos os planejamentos resultam em derramamento de sangue inocente.
Reprodução humana na mira do socialismo, da ONU e da IPPF
Não é a toa que Sanger fundou na Índia (a mesma Índia adorada pelos místicos esotéricos como Besant) a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla inglesa IPPF), a maior e mais antiga organização de aborto no mundo inteiro. Hoje, a ONU e a IPPF trabalham juntas para implantar políticas de planejamento contraceptivo nas nações. Essas organizações tratam o aborto e o homossexualismo não como assassinato e perversão, mas como direitos humanos inalienáveis. Tal trabalho está em plena sintonia com os objetivos e vontades de ideologia socialista.
Na visão de Besant, de Sanger, do socialismo, da ONU e da IPPF, a contracepção é a rejeição dos “indesejados” e a aceitação do planejamento teosófico, tecnológico, nazista e socialista sobre a reprodução humana. Na visão da Bíblia, a contracepção é a rejeição do planejamento de Deus na vida sexual do casal, numa autonomia moderna onde prega-se orgulhosamente a independência do indivíduo à custa de Deus, mas nunca à custa do Estado.
Direitos e liberdade ilusórios ao preço de sangue
A cultura contraceptiva estabelece o direito de homens e mulheres serem livres de planejamentos de Deus nas suas vidas, mas jamais abre espaço para eles serem livres do sorrateiro planejamento estatal. No final, com tantos direitos adquiridos — direitos sexuais, direitos reprodutivos, etc. —, o indivíduo fica embriagado com a ilusão de que, vivendo debaixo do planejamento contraceptivo da ONU, do Estado e até de esforços esotéricos, ele é livre.
A ilusória liberdade oferecida pela contracepção hormonal tem custado o preço de vidas que são tecnologicamente impedidas e rejeitadas de um natural e justo acolhimento no ventre materno. O útero da mulher moderna, por vontade de elevados planejadores sociais, passou a ser um breve campo de concentração nazista, onde a vida concebida, forçada a uma triagem contraceptiva micro-abortiva, é logo descartada. É o planejamento estatal e esotérico invadindo o santuário da vida e trazendo destruição.
Quem poderia imaginar que nos últimos dias aquele que veio para roubar, matar e destruir conseguiria promover suas ofertas por meio de uma propaganda em defesa do prazer, da liberdade, do conforto material e até do bem-estar familiar? No altar do deus tecnológico e científico, úteros têm sido “consagrados” e vidas têm sido sacrificadas. Por trás da máscara, esse deus nada mais é do que Baal e outros deuses pagãos que sempre exigiram os mesmos sacrifícios das novas gerações. É o mesmo deus, com diferentes máscaras, mas com a mesma sede de sangue inocente.
Um pecado tende a levar a outros pecados. Os países que primeiramente acolheram o controle da natalidade foram também os primeiros a legalizar o aborto. As nações hoje que mais praticam a contracepção são exatamente as nações onde o aborto se tornou um direito tão sagrado quanto era considerado sagrado o direito de os selvagens pagãos do passado sacrificarem bebês recém-nascidos aos seus deuses. A diferença é que os novos deuses sanguinários são respeitados por sua capa de sofisticação científica.
Nas religiões pagãs do passado, o sacerdote era predominantemente homossexual. Por pura coincidência, os países mais contraceptivos são também ardentemente pró-homossexualismo. A “religião” contraceptiva reviveu, de forma sofisticada e “científica” o paganismo, onde seu sacerdócio homossexual e sacrifício de bebês eram sagrados. O “direito” ao homossexualismo e ao aborto é sagrado hoje nos países contraceptivos. Pura coincidência?
“Religião” contraceptiva X cultura pró-vida do Reino de Deus
Os EUA, a Europa e a ONU estão exportando e impondo a “religião” contraceptiva no mundo inteiro. Nenhuma religião tem hoje mais adeptos e praticantes fiéis do que a religião da contracepção. Aliás, a religião contraceptiva tem forte presença nas grandes religiões mundiais, como o cristianismo, o hinduísmo, o budismo e vem fazendo penetração gradual no islamismo.
Tal qual a maçonaria, a religião contraceptiva se infiltra nas religiões mundiais como um parasita, porém a religião maçônica perde de longe em números e força para a sua rival contraceptiva.
Entretanto, embora consigam penetrar todas as religiões, nem a maçonaria nem a religião contraceptiva conseguem fazer uma mínima infiltração no Reino de Deus.
A cultura do Reino de Deus é pró-vida, pró-concepção, pró-criança e pró-família e totalmente contra o aborto, o micro-aborto e a sexualidade estéril e pervertida, inclusive homossexual. Contudo, aqueles que rejeitam essa cultura não são obrigados a recorrer ao aborto ou a métodos contraceptivos micro-abortivos. Eles não precisam encher os rios de sangue. Aqueles que rejeitam filhos como bênçãos de Deus podem optar pela esterilização, que não causa aborto nem micro-aborto.
Para os homens e mulheres que estão sintonizados na cultura do Reino de Deus, filhos são bênçãos e cada novo nascimento é como se fosse um Natal, aumentando e enriquecendo a família.
Natal, que é comemorado como a data do nascimento de Jesus Cristo, é tempo de alegria e felicidade. A Palavra de Deus, que é luz no meio da escuridão contraceptiva imposta pela teosofia, pela ONU e pelo socialismo, diz que, assim como Maria acolheu o bebê Jesus em seu ventre, assim também toda mulher que se abre plenamente para seu papel de mãe está recebendo não apenas uma criancinha, mas também a própria presença de Jesus. Jesus diz:
“Quem recebe uma criancinha em meu nome, está me recebendo; e quem me recebe, não está apenas me recebendo, mas também àquele que me enviou”. (Marcos 9:37)
A felicidade e alegria do Natal são multiplicadas com cada nascimento que se acolhe no nome de Jesus. Quando uma mulher cristã abraça sua missão de mãe em nome de Jesus, ela acolhe não só um bebê que vem como presente planejado por Deus, mas também mais do poder do Reino de Deus. O Deus que planejou a vida sexual e reprodutiva de Maria sabe muito bem planejar o tamanho e número de suas bênçãos em cada útero e família, sempre que lhe dão oportunidade.
O exemplo belo de Maria contrasta fortemente com o exemplo de hoje, onde o útero das mulheres se fecha para a total extensão das bênçãos de Deus e se abre para a ilusão contraceptiva, com todas as suas conseqüências micro-abortivas que enchem os rios de sangue.
Sangue, justiça e castigo
O sangue derramado da vida aniquilada pela contracepção hormonal e despejado nos rios tem alguma ligação com o sangue dos rios relatado no Apocalipse? Não sabemos.
O que sabemos é que há um cenário apocalíptico real de centenas de milhões de mulheres que, percebendo ou não, micro-abortam por meio da contracepção seus bebês recém-concebidos. Em seguida, com uma simples descarga de banheiro, esses minúsculos bebês micro-abortados terminam nos rios, tornando-os rios de sangue.
O que sabemos também é que o Apocalipse deixa claro que o juízo virá. E há milhares de anos a Bíblia explica que o sangue inocente derramado faz com que uma terra seja profanada:
“Portanto, não profanem com crimes de sangue a terra onde vocês vivem, pois os assassinatos profanam o país. E a única maneira de se fazer a cerimônia de purificação da terra onde alguém foi morto é pela morte do assassino.” (Números 35:33 NTLH)
Assim como ocorreu no fenomenal avanço tecnológico e científico da Alemanha nazista, o preço do moderno progresso da tecnologia e ciência na área da reprodução humana é a ilusão e o derramamento de sangue inocente. A contracepção hormonal tem transformado modernos homens e mulheres sexualmente ativos em derramadores de sangue inocente, deixando a sociedade sob a maldição de incontável número de assassinatos que trarão juízo.
Onde estão os profetas para alertar a sociedade das conseqüências de seus atos?
Onde estão os profetas para alertar sobre os enganos da contracepção?
Onde estão os profetas para alertar que o sangue inocente derramado clama por justiça e expõe a sociedade inteira a um juízo de destruição?
[1] George Grant, Grand Illusion: The Legacy of Planned Parenthood (Adroit Press: Franklin-EUA, 1992), pp. 64, 65.
Fonte: www.juliosevero.com
Versão em inglês deste artigo: Blood in the rivers: the contraceptive culture and prophecies in Revelation
Para entender o que é a contracepção, adquira o livro De Volta Ao Lar aqui.
Artigos importantes envolvendo esse tema:
Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva confirma que a pílula anticoncepcional provoca aborto
Unção da multiplicação: presentes do coração do Pai estão aguardando você
Por que os cristãos usam o controle da natalidade?
Controle populacional e homossexualismo
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
nosso Mac consertado
Assim, nosso super-herói daqui de casa ligou para a Apple, de onde ele comprou o computador diretamente por internet. Antes ele havia pesquisado uns blogs que testemunharam o mesmo ocorrido, no Japão, nos EUA, enfim, em alguns países afora. Aí que ele descobriu que toda esta série saiu com defeito, e que estavam trocando de graça, a tela, por este motivo.
Após ter esperado o atendente falar com o seu gerente, decidiu-se que eles consertariam de graça, caso não houvesse resquícios de derramamento de suco, café ou similares no computador; e enviariam em 2 semanas.
Bem, ficamos surpreendidos que demorou somente 3 dias, não tivemos nem o trabalho de encaixotar o computador, pois eles contrataram um serviço da companhia de transporte ( takyubin) com a caixa no tamanho certinho ( com várias camadas e proteções) para levarem e trazerem de volta com uma tela novinha ( por sinal, a velha estava com alguns riscos aventureiros das crianças) e não pagamos nem o transporte.
Eu quis colocar isso aqui porque o nosso super-herói-papai daquiu de casa também foi beneficiado com informações de outros blogs ( em japonês) a este respeito, o que contou muito na hora de falar com o atendente da loja no telefone...
(obs.: nada a ver com a Reforma espiritual do bloco anterior)
terça-feira, 16 de junho de 2009
repassando o artigo do Júlio Severo sobre o projeto Homeschooling no Brasil
12 de Junho de 2009
URGENTE! Projeto de educação em casa em perigo no Congresso Nacional
Deputada da base do governo Lula quer a rejeição da educação escolar em casa no Brasil
Julio Severo
A Dep. Bel Mesquita, relatora do projeto PL-3518/2008, apresentou parecer rejeitando a educação escolar em casa no Brasil. Sem uma mobilização urgente da população católica e evangélica, famílias perderão um importante direito natural.
O PL-3518/2008, que havia sido originalmente introduzido pelo deputado evangélico Henrique Afonso e pelo deputado católico Miguel Martini, tem como objetivo devolver às famílias brasileiras seu direito natural de atuar diretamente na educação dos próprios filhos.
O direito de educar os filhos em casa não é estranho à cultura brasileira, tendo sido presente nas Constituições do Brasil até 1988, quando constituintes socialistas, na elaboração da Constituição de 1988, conseguiram exterminar da realidade brasileira a liberdade educacional que sempre existiu. No lugar, impuseram na Constituição de 1988 freqüência obrigatória ao estabelecimento escolar, como se a mera presença do aluno em instituição de ensino fosse sinônimo de educação. Se fosse assim, a mera presença de uma pessoa numa garagem a tornaria automaticamente um carro!
Contudo, a atual realidade brasileira, com uma educação estatal decadente e precária, prova o que a falta de liberdade educacional e a burocracia estatal provocam.
Mesmo assim, a mentalidade socialista impõe a burocracia e rejeita a liberdade. É dentro dessa mentalidade que a Dep. Bel Mesquita, do PMDB aliado do governo Lula, apresentou parecer rejeitando o projeto de lei que procura devolver aos pais o controle sobre a educação de seus filhos.
Enquanto o governo, que está fracassando na educação das crianças, está empenhado em derrotar o único esforço parlamentar em defesa de pais aptos que querem educar os próprios filhos, famílias sofrem o peso da injustiça estatal.
Em Minas Gerais, o casal Cleber e Bernadeth Nunes, que educam os filhos em casa, foi submetido à perseguição legal envolvendo o Ministério Público e o Conselho Tutelar. Posteriormente, o juiz exigiu uma avaliação educacional dos filhos dos Nunes. Quando a avaliação, feita por meio de provas rigorosas preparadas por professores do governo, resultou na aprovação dos meninos, a resposta estatal, em vez de reconhecer a competência da educação em casa e cessar toda hostilidade governamental contra uma família inocente, foi endurecer-se contra ela.
Em 2001, no famoso caso da família Vilhena, que lutou muito para recuperar seu direito de educar os filhos em casa, o STJ chegou estupidamente a declarar que “os filhos não pertencem aos pais”. Não muito diferente do nazismo e do comunismo, que igualmente reconheciam que “os filhos não pertencem aos pais”. Daí, nem o nazismo nem o comunismo permitiam “interferência” dos pais no “direito exclusivo” de o Estado determinar e controlar a educação das crianças. Por pura coincidência, a mentalidade marxista é dominante na educação pública brasileira.
Se não conseguirmos resgatar para as famílias brasileiras a liberdade de educar os próprios filhos, restará apenas o “direito exclusivo” de o Estado determinar e controlar a educação das crianças. O resultado? Olhe para a história e veja a sociedade nazista e comunista, ideologicamente controladas desde as escolas, onde a educação das crianças era prerrogativa exclusivamente estatal. Precisamos repetir os erros deles?
Criam-se no Brasil direitos que não deveriam existir, com inúmeros projetos de lei para garantir permissões e privilégios à sodomia e ao aborto, porém tira-se das famílias naturais seus direitos naturais. O único projeto de lei de educação em casa no Congresso Nacional está sob ameaça de morrer, por oposição dos aliados do governo Lula.
Enquanto a bancada evangélica anda ocupadíssima tentando aprovar o ridículo e desnecessário Dia do Evangélico, um projeto necessário e fundamental para as famílias precisa urgentemente de apoio e envolvimento. Sem uma ação imediata da sociedade, inclusive fazendo pressão sobre os deputados, prevalecerá um parecer arrogante contra a liberdade dos pais.
Tudo o que é necessário para que o mal avance é os bons cruzarem os braços. Por isso, convoco você a descruzar os braços.
Convoco todos a escreverem ou telefonarem imediatamente ao Congresso pedindo a aprovação do PL-3518/2008, que está na Comissão de Educação e Cultura.
Escreva e telefone para eles pedindo envolvimento e ações para que o PL-3518/2008 não seja rejeitado. Encoraje-os a aprovar o projeto.
Escrevendo aos deputados. A lista completa dos emails deles está aqui, em formato Excel. Para fazer o download, é só clicar aqui.
Você pode também mandar mensagens aos deputados através do sistema automático da Câmara, clicando aqui.
Para ver o PL-3518/2008 na íntegra, clique aqui.
Repasse esta mensagem a todos os seus amigos.
Fonte: www.juliosevero.com
Leia mais sobre o PL-3518/2008, clique aqui.
Homeschooling: uma alternativa constitucional à falência da Educação no Brasil
Educação escolar em casa no Congresso Nacional
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Colei este artigo do blog do Júlio Severo
( Aliás, estou lendo um livro da Mary Pride, traduzido pelo Júlio Severo, que estou gostando muito e recomendo a todos: " De Volta Ao Lar". Aqui, onde vc pode encomendar o livro: http://www.edicoescristas.com.br/produto.php?vitrine=262 )
7 de Maio de 2009
Controle da natalidade no mundo ocidental ajudando no crescimento explosivo do islamismo
Julio Severo
O vídeo aponta muito bem o problema e a causa. O problema é sério: as sociedades ocidentais estão condenadas a desaparecer porque suas famílias estão diminuindo drasticamente. A causa é séria: o controle da natalidade, ou a limitação da família, ou ainda o planejamento familiar.
O vídeo mostra que as sociedades ocidentais, juntamente com suas igrejas cristãs, vão desparecer. As igrejas cristãs estão com seus membros e pequenas famílias copiando servilmente o padrão de comportamento do mundo, com muito controle da natalidade, limitação da família e planejamento familiar.
O resultado é que tanto o mundo ocidental quanto suas igrejas cristãs estão enfrentando os mesmos problemas e o mesmo destino.
No final, humanamente falando, quem prevalecerá é o islamismo.
Teorias de conspiração levaram as sociedades ocientais a adotar padrões de vida e família destruitivos para si. As duas maiores teorias de consipiração são a explosão demográfica e a aquecimento global.
A resposta do vídeo, no final, é que para enfrentar a ameaça islâmica, os cristãos precisam pregar o Evangelho.
Contudo, e quanto a viver o Evangelho, principalmente vivendo um padrão de Evangelho na família?
O Evangelho é essencialmente pró-vida, pró-criança e pró-bebê, bem diferente da cultura ocidental, que é pró-aborto e contra bebês, crianças, famílias grandes, etc.
Se pelo menos os cristãos ocidentais quiserem sobreviver, sua visão sobre família, gravidez e bebês terá de mudar radicalmente. Eles precisarão renunciar à visão distorcida que o mundo lhes incutiu e viver o padrão de família ensinado na Palavra de Deus.
Do contrário, o destino deles será o destino das sociedades ocidentais.
Por isso, não basta pregar o Evangelho. É preciso vivê-lo.
É melhor viver o plano original de Deus para a família do que viver o projeto de controle da natalidade (ou limitação da família, ou ainda planejamento familiar) planejado por arquitetos sociais destituídos de integridade e temor a Deus.
Os cristãos ocidentais são irracionais e suicidas. Por mais que a Bíblia deixe claro que filhos são bênçãos, eles abraçam o controle da natalidade com todo o coração, frustrando os planos de Deus e fortalecendo os planos dos muçulmanos e outras ideologias radicais.
Como é que os muçulmanos terão interesse no “evangelho” ocidental, que está contribuindo para a extinção da família ocidental?
Como os cristãos ocidentais esperam pregar um Evangelho eficaz para as famílias muçulmanas se as famílias cristãs ocidentais vivem o mesmo padrão de ruína e desintegração familiar em que vive o mundo? Eu próprio não ia querer um “evangelho” desses.
O “evangelho” ocidental antifamília é umas das maiores causas da destruição dos chamados países cristãos europeus. Não é a toa que a religião que mais crescente na Europa e Canadá não é o catolicismo nem o protestantismo. É o islamismo. Não é a toa que os muçulmanos estão comprando igrejas cristãs em toda a Europa e transformando-as em mesquitas.
Para que os muçulmanos sejam de fato alcançados com o Evangelho verdadeiro, os cristãos ocidentais precisam renunciar ao “evangelho” infectado pelo humanismo castrador e limitador de famílias.
Fonte: www.juliosevero.com
Veja também:
Inverno Demográfico: O Declínio da Família Humana
Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva confirma que a pílula anticoncepcional provoca aborto
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